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Stop motion

Stop motion (palavra que em inglês significa movimento parado) é uma técnica de animação fotograma a fotograma (ou quadro a quadro) feita com recurso a uma máquina de filmar, máquina fotográfica ou por um computador. Utilizam-se modelos reais em diversos materiais e dentro dos mais comuns, estão a massa de modelar, a plasticina ou até mesmo pessoas.

Estes quadros são organizados de maneira sequencial, com um curto espaço de tempo entre um quadro e outro, dando a impressão de movimento.

Depois a fase de edição podem ser acrescentados efeitos sonoros como fala ou música.

Um dos muitos filmes feito com a técnica de stop motion foi O Estranho Mundo de Jack (1993), de Tim Burton. Outro que deves ter já visto foi A Fuga das Galinhas.

O desafio que o teu professor tem para ti é de criares um pequeno filme usando esta técnica.

Começa por fazer um storyboard para o teu filme, decerto que vai ajudar. E sobretudo, usa a tua imaginação.

Anjo: trabalho original de stop motion para ver no YouTube

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Formatos de output

Qualquer que seja o formato ou o suporte em que o filme seja gravado, isso é independente do formato final em que ele será exibido. Existem máquinas e software que podem converter virtualmente qualquer formato gravado para qualquer outro. Mas se quisermos que o público possa ver o “nosso” filme numa TV, temos de seguir os standards de televisão, porque o vídeo digital tem de operar dentro do ambiente das transmissões televisivas.

Isto nota-se sobretudo nas proporções do ecrã – um formato nominal de 4:3 (lê-se quatro por três), ou quase quadrado, derivado dos ecrãs da TV doméstica. Apesar do formato ser chamado de standard, poucas câmaras de vídeo ou ecrãs produzem exactamente um formato 4:3. E para aumentar a confusão, um número cada vez maior de câmaras de vídeo oferecem um formato de 16:9 (lê-se dezasseis por nove), ou ecrã largo.

Standards de televisão

O mundo da TV está dividido em dois: a zona PAL/SECAM incluindo a Europa e uma grande parte do mundo; e a zona NTSC incluindo a América do Norte e grande parte da América do Sul.

O NTSC (National Television Systems Commitee) oferece uma imagem mais estável com uma velocidade de fotogramas de aproximadamente 30 fps (fotogramas por segundo) mas com menos detalhe, com 525 linhas de varrimento, comparado com o PAL (Phase Alternating Line) e o SECAM (Sequencial Colour and Memory). O sistema europeu oferece um detalhe ligeiramente superior com as suas 625 linhas, mas é visualizado de fotogramas inferior (e por vezes irregular) de 25 fps. Os dois sistemas diferem também na maneira como gerem a informação sobre as cores.

Uma TV de 1954 (à esquerda) apresenta as mesmas características básicas dos ecrãs de TV excepto os mais modernos. Possui um formato de ecrã de 4:3 e imagens entrelaçadas, baseadas no ciclo de corrente eléctrica alterna. Uma grande vantagem dos televisores modernos (à direita) é o ecrã plano.

Ecrã largo

Como standard, as câmaras de vídeo gravam no formato rectangular 4:3. À medida que a televisão de alta definição (HDTV) e as TVs de ecrã largo se vão tornando cada vez mais comuns, existe uma maior necessidade de as câmaras gravarem para o formato 16:9. Algumas câmaras podem alternar entre 4:3 e 16:9, mas isso tem o seu preço.

 

Ecrã 4:3 (imagem à esquerda) e ecrã 16:9 (imagem à direita)

 

Algumas câmaras parecem gravar no formato ecrã largo, mas na realidade cortam as partes superior e inferior da imagem.

Para evitar a confusão, deves saber de que forma o teu filme irá ser visualizado. Se o filme se destinar a uma TV standard, a maioria das câmaras de vídeo digitais grava em 4:3 (largura: altura). Para um ecrã largo ou HDTV, deve regular a câmara para o formato 16:9, se possível.

Para mostrares um vídeo na Internet, 4:3 é a opção mais segura.

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O que são Frames e Fotogramas?

Em inglês, fala-se em “film frame” ou “video frame“, conforme o produto em questão tenha sido realizado em película (tecnologia cinematográfica) ou vídeo (tecnologia electrónica, seja ela analógica ou digital).

Designa-se por fotograma a cada uma das imagens impressas quimicamente na fita de celulóide de um filme. Projectadas a uma cadência de 24 por segundo, produzem a ilusão de movimento. Isto deve-se à incapacidade do cérebro de processar as imagens enviadas pelo nervo óptico como fotografias separadas, quando dispostas sequencialmente a esta velocidade. Esta persistência na visão faz com que o cérebro misture as imagens seguidas, dando a sensação de movimento natural.

Muybridge race horse gallop

Muybridge race horse animated

Em português, em geral usa-se o termo fotograma para as imagens individuais de um filme, reservando a palavra frame apenas para as imagens de vídeo.

Na produção audiovisual, é comum usar-se a palavra “frame” também como unidade de tempo. Neste caso, a sua precisão depende da cadência de projecção utilizada em cada sistema particular de filme ou vídeo.

Por exemplo, no cinema sonoro (desde 1929), a cadência padrão de projecção é de 24 fps (frames por segundo), portanto um frame equivale a 0,0417 segundos. Mas, no período do cinema mudo, a cadência variava entre 16 e 20 fps, dando à frame uma duração entre 0,0500 e 0,0625 segundos.

Nos sistemas de vídeo utilizados nos Estados Unidos, Canadá, Brasil e Japão (NTSC), a cadência é de 29,97 imagens por segundo, portanto cada frame equivale a 0,0333 segundos. Mas os sistemas de vídeo europeus SECAM e PAL (também utilizados na maior parte da América Latina) trabalham com uma cadência de 25 fps, o que faz com que cada frame dure 0,0400 segundos.

Aqui fica um exemplo de 1 segundo em 25 frames.

Retrato de 1 segundo em 25 frames

(Texto adaptado da Wikipedia  http://pt.wikipedia.org/wiki/Fotograma )

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